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27/02/2014

Pré-treino!

Você fica assim com os pré-treinos da maxximum!
Veja aqui a lista dos produtos e seus componentes.

http://suplementosmaxximum.blogspot.com/2013/12/produtos-maxximum.html


18/02/2014

Anvisa, e a bagunça nos suplementos nacionais?

Enquanto a Anvisa proíbe suplementos com a desculpa esfarrapada de que há taurina (energéticos são lotados desse aminoácido e possuem registro) ou BCAA (whey protein possui BCAA!), algumas marcas brasileiras estão totalmente discordantes entre as informações do rótulo e a composição verdadeira.
Isso sim é um atentado à saúde. Imaginem um diabético utilizando um desses produtos? No mínimo, pode provocar um ataque de hipoglicemia.
Até quando a Anvisa vai fingir que se preocupa com a saúde dos brasileiros? Enquanto nossa população fica cada vez mais obesa e com as doenças decorrentes dessa condição. E assim, as indústrias farmacêuticas vendem cada vez mais medicamentos para hipercolesterolemia, diabetes, pressão alta...

24/12/2013

Feliz Natal!

Um Feliz Natal com muita saúde, paz e união a todos clientes e colaboradores maxximum suplementos.




17/12/2013

Termogênico maxximum - resultados


No post sobre os casos de hepatite aguda relacionadas ao oxyelite (clique aqui), chamei atenção para aqueles que depositam toda esperança do plano de emagrecimento em determinado termogênico.

Repito, eles não fazem milagres. Caso você pense assim, já está começando de forma errada seu programa de emagrecimento. Com um termogênico bom, você precisa de qualquer forma de uma boa dieta e um plano de exercícios. Leia-se termogênico bom aquele com ingredientes que realmente contribuem para uma maior perda de gordura.
A diferença do termogênico da maxximum é que, além de ingredientes que ajudam a aumentar a perda de gordura, há também para manter a massa muscular. (clique para ver a lista)
E a capsicum, que ajuda a eliminar gordura abdominal (clique aqui).
Em duas semanas, quase dois quilos exclusivamente de gordura a menos e 500 gramas a mais de massa muscular.




06/12/2013

Capsicum - aliada na perda de gordura






Vamos falar sobre um dos ingredientes que mais gosto de um dos produtos maxximum, a capsicum. A Capsicum é um tipo de pimenta vermelha, não pungente (ou seja, não arde) e utilizada como coadjuvante no processo de emagrecimento.
Alguns estudos na literatura científica se mostram bem interessantes. Em 1998, Hoeger e cols combinaram apenas ingredientes naturais, como capsicum, inulina e picolinato de cromo em pessoas que realizavam dieta e exercício. Durante 4 semanas de tratamento, o grupo suplementado apresentou maior perda de gordura e manutenção da massa magra em relação ao grupo placebo.
Em 2007, Belza e cols administraram uma mistura de cafeína, capsicum e tirosina em indivíduos com sobrepeso sob dieta de restrição calórica. Durante 8 semanas, a perda de peso foi superior 1 Kg em relação ao grupo placebo, além dos autores terem verificado um aumento na termogênese durante 4 horas após a suplementação. Nesse estudo, acho que seria interessante terem verificado a composição corporal, não somente o peso, afim de verificar melhor as mudanças na relação peso de gordura, peso magro.
Vale ressaltar que a cafeína e a capsicum parecem trabalhar em sinergia no processo de emagrecimento, como visto no estudo anterior. Outro componente de nossos termogênicos, os MCT-1 ou ácidos graxos de cadeia média parecem não apenas trabalharem de forma sinérgica, mas potencializarem os efeitos da capsicum. Em 2013, Clegg e cols analisaram o efeito da pimenta sozinha ou acompanhada dos MCTs e óleo de girassol no efeito térmico da refeição. A amostra fazia o desjejum de manhã e verificaram a influência desses componentes no efeito térmico da alimentação. A termogênese aumentou 10% no grupo que usou a capsicum sozinha ou combinada com o óleo de girassol e 10,7% no grupo capsicum e MCT. Além disso, tanto no óleo de girassol quanto nos MCTs combinados com a capsicum, houve uma maior oxidação de gorduras.
Mas agora você pode estar se perguntando, “não há estudo com a capsicum sozinha, sem nenhum outro componente?”. Sim, em 2009, Snitker e colaboradores avaliaram o efeito da pimenta e observaram que ela provocou uma maior perda de peso, gordura abdominal e uma maior taxa de oxidação de gordura.
Em todos os estudos, o uso da capsicum foi bem tolerado, sem efeitos colaterais ou desconforto gastrointestinal. O que, de fato, torna a pimenta num bom aliado com segurança no processo de emagrecimento.

Veja a lista de produtos maxximum, clicando no link:

Referências
Belza A, Frandsen E, Kondrup J. Body fat loss achieved by stimulation of thermogenesis by a combination of bioactive food ingredients: a placebo-controlled, double-blind 8-week intervention in obese subjects. Int J Obes (Lond). 2007 Jan;31(1):121-30. Epub 2006 Apr 25.

Clegg ME, Golsorkhi M, Henry CJ. Combined medium-chain triglyceride and chilli feeding increases diet-induced thermogenesis in normal-weight humans. Eur J Nutr. 2013 Sep;52(6):1579-85. doi: 10.1007/s00394-012-0463-9. Epub 2012 Nov 20.

Hoeger WW, Harris C, Long EM, Hopkins DR. Four-week supplementation with a natural dietary compound produces favorable changes in body composition. Adv Ther. 1998 Sep-Oct;15(5):305-14.

Snitker S, Fujishima Y, Shen H, Ott S, Pi-Sunyer X, Furuhata Y, Sato H, Takahashi M. Effects of novel capsinoid treatment on fatness and energy metabolism in humans: possible pharmacogenetic implications. Am J Clin Nutr. 2009 Jan;89(1):45-50. Epub 2008 Dec 3.

02/12/2013

Dia mundial de luta contra AIDS

Como 1 de dezembro foi o dia mundial de luta contra a Aids, sempre procuro fazer algum post relacionando o blog com o tema. Infelizmente, ainda não possuímos uma cura contra o vírus HIV e a melhor maneira de combatê-la ainda é a prevenção. Mas as medicações existentes hoje fazem com que o portador tenha uma boa qualidade de vida e conviva com o vírus, mas não necessariamente desenvolva a doença. Para isso, são necessários alguns cuidados, como a administração correta dos medicamentos e hábitos saudáveis.
Como uma das manifestações mais evidentes do HIV é a perda de massa magra e, no caso dos medicamentos, algumas pessoas apresentam redistribuição anormal de gordura no corpo, algumas intervenções podem se tornar úteis para evitar esses efeitos. Na suplementação, o beta-hidroxi beta-metilbutirato (HMB), L-arginina e L-ornitina são substâncias usadas com segurança tanto em pessoas saudáveis quanto soropositivas.
No estudo de Karsegard e colaboradores (2004), a suplementação de ornitina melhorou todos os parâmetros de massa muscular e imunológicos. Molfino e colaboradores (2013) demonstraram que a suplementação de HMB melhora a recuperação de traumas musculares em pessoas saudáveis e portadoras de doenças como HIV e câncer.
Rathmacher e colaboradores (2004) utilizaram a suplementação de HMB, glutamina e arginina em pacientes soropositivos. E a suplementação foi associada a melhoras no perfil emocional, hemácias, hemoglobina, hematócrito e linfócitos, além de diminuição de fraqueza muscular. Os autores também concluíram que a suplementação torna-se uma estratégia nutricional saudável e segura, inclusive durante o uso de anti-retrovirais.
E, claro, não podemos deixar de lado a atividade física. Que há tempos tem se mostrado uma grande aliada tanto na melhora da qualidade de vida, parâmetros de massa e força muscular, desordens metabólicas e corporais (lipodistrofia) quanto no restabelecimento do sistema imunológico em pacientes soropositivos (Thöni et al, 2002; Lindegaard et al, 2008; Gomes-Neto, 2013).
Com isso vemos que, além dos anti-retrovirais, que representaram um grande avanço no manejo de pacientes infectados pelo HIV, a suplementação de aminoácidos específicos e a atividade física mostram ser grandes aliados para a melhora da qualidade de vida desses pacientes. E que a luta pela vida com qualidade seja sempre objetivo de todos, sendo soropositivos ou não.

Referências:
Gomes-Neto M, Conceição CS, Oliveira Carvalho V, Brites C. A systematic review of the effects of different types of therapeutic exercise on physiologic and functional measurements in patients with HIV/AIDS. Clinics (Sao Paulo). 2013;68(8):1157-67.

Lindegaard B, Hansen T, Hvid T, van Hall G, Plomgaard P, Ditlevsen S, Gerstoft J, Pedersen BK. The effect of strength and endurance training on insulin sensitivity and fat distribution in human immunodeficiency virus-infected patients with lipodystrophy. J Clin Endocrinol Metab. 2008 Oct;93(10):3860-9. Epub 2008 Jul 15.

Karsegard VL, Raguso CA, Genton L, Hirschel B, Pichard C. L-ornithine alpha-ketoglutarate in HIV infection: effects on muscle, gastrointestinal, and immune functions. Nutrition. 2004 Jun; 20(6):515-20.

Molfino A, Gioia G, Rossi Fanelli F, Muscaritoli M. Beta-hydroxy-beta-methylbutyrate supplementation in health and disease: a systematic review of randomized trials. Amino Acids. 2013 Dec;45(6):1273-92. Epub 2013 Sep 22.

Rathmacher JA, Nissen S, Panton L, Clark RH, Eubanks May P, Barber AE, D'Olimpio J, Abumrad NN. Supplementation with a combination of beta-hydroxy-beta-methylbutyrate (HMB), arginine, and glutamine is safe and could improve hematological parameters. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2004 Mar-Apr;28(2):65-75.

Thöni GJ, Fedou C, Brun JF, Fabre J, Renard E, Reynes J, Varray A, Mercier J. Reduction of fat accumulation and lipid disorders by individualized light aerobic training in human immunodeficiency virus infected patients with lipodystrophy and/or dyslipidemia. Diabetes Metab. 2002 Nov;28(5):397-404.

08/11/2013

Jet Fuel - o termogênico de alta performance

O termogênico com mecanismo de ação rápida e longa, ajuda a manter massa magra e o desempenho físico. Atua sobremaneira na termogênese e na queima de gorduras "teimosas" e difíceis de serem eliminadas.

28/10/2013

Pré-treino Jet Fuse (GAT)


Quando a Assault se tornou febre nos EUA, a Maxximum foi uma das primeiras no Brasil a apostar nele. E os clientes aprovaram. 

Agora é a vez do Jetfuse, novo pré-treino da GAT, muito bem cotado no exterior. E mais, ele possui 52 doses!


Agora comparem:









16/10/2013

Receita mingau de whey

Uma receita fácil e rápida de fazer. Funciona como lanche, café da manhã ou da tarde ou até refeição pré-treino.
Importante salientar que ao colocar o whey, NÃO PODE ser levado ao forno ou microondas. A proteína do soro do leite se desnatura em temperaturas acima de 60 graus.


Acrescente 50 gramas de farinha de aveia
4 colheres de sopa de achocolatado GOLD zero açúcar
Acrescente leite ZERO lactose ou água e mexa até formar a consistência de mingau (obs. acrescente aos poucos e devagar).
Acrescente um scoop de whey (de preferência baunilha ou chocolate) e misture bem.

Dica: fica bem gostoso se colocar banana em rodelas ou morangos.

Bom apetite!

04/10/2013

Uma visão sobre os termogênicos

O verão está chegando e nessa época o carro chefe dos suplementos são os termogênicos. E a grande maioria procura as marcas conhecidas no Brasil ou porque alguém usou e obteve bons resultados.

Porém, as pessoas procuram justamente aqueles que não possuem registro na ANVISA e têm venda proibida no Brasil. A justificativa é porque “esses são os bons”. Será?
Óbvio que pagar o preço de um termogênico importado por um frasco que contém apenas cafeína é um ABSURDO. Justamente pensando que as pessoas que optam por esse produto gostam de ficar com níveis altos de adrenalina e a cafeína pode ser usada no Brasil, alguns laboratórios utilizam essa substância até os níveis permitidos. E, realmente, 400 mg de cafeína pura resulta numa excitação semelhante a uma sinefrina (que é utilizada em dose bem menor) de alguns importados. Mas, enfim, o motivo da ANVISA não permitir seria assunto para outro post...
A minha crítica reside também no fato de que as pessoas no Brasil ainda não possuem a noção da palavra termogênico. Ela é relacionada com termogênese, um dos mecanismos que faz nosso corpo gastar mais calorias durante o dia. Ou seja, um termogênico precisa, para ser bom, aumentar a termogênese. Óbvio que aquele aumento de disposição para realizar o exercício é ótimo, mas isso não deve ser a prioridade do produto.
E a quanto a pergunta que muitos fazem: funciona? Os de boa qualidade funcionam sim. Mas atenção, eles não fazem milagres, apenas dão uma ajuda e desde emagrecer 5 quilos, por exemplo, emagreceria 7. Além de contribuir para queimar aquelas gordurinhas em algumas regiões mais complicadas. Ou seja, de qualquer forma dieta e exercício físico são as bases num programa de emagrecimento. O termogênico sozinho não dará conta se a pessoa for sedentária e não ter uma alimentação visando a perda de gordura.

No Brasil temos termogênicos semelhantes a importados de excelente qualidade. Acreditem, usei vários deles. Os mais recentes que possuem registro na ANVISA são o Dyma-Burn e o Jet Fuel.
Outros que possuem registro e são importados: Lipo6 e Redline (versões normais).



23/09/2013

Nova lista de termogênicos e pré-treinos

Atenção, clientes maxximum.Estamos com essa lista de pré-treinos e termogênicos.
São APENAS com esses produtos, todos com registro na Anvisa.


Termogênicos


Dyma Burn


Jet Fuel


Redline


Oxylin Pro

Oxy Hers


Pré-treinos:


Hemorage



Jet fuse


Nitraflex


Muscle Marinade

19/09/2013

Você sabia?


05/09/2013

Revista Isto É, sobre melatonina: O Super Hormônio


A seguir na íntegra a reportagem na revista ISTO É, sobre melatonina.

Recentes estudos provam que a melatonina faz muito mais do que ajudar a dormir. Entre outros benefícios, ela auxilia no emagrecimento, combate a diabetes, controla a enxaqueca e protege contra os danos do mal de Alzheimer
Cilene Pereira e Monique Oliveira


Uma substância fabricada naturalmente pelo organismo está despontando das pesquisas científicas como uma espécie de super-remédio. De acordo com estudos realizados em todo o mundo, a melatonina, hormônio responsável pela indução ao sono, é eficaz contra uma ampla gama de enfermidades. Só para se ter uma ideia, ela ajuda a emagrecer, protege contra os danos causados pelo acidente vascular cerebral, auxilia no controle da hipertensão e da diabetes e reduz as crises de enxaqueca. Um dos últimos benefícios descobertos foi o de diminuir a queda de cabelo provocada por causas genéticas, a alopécia androgenética, conhecida como calvície masculina.
Ainda não se sabe ao certo quais são os mecanismos que levam a esse espectro tão grande de atuação. O que se descobriu recentemente e que ajuda a entender parte desse fenômeno foi que existem receptores sensíveis à ação do hormônio em todo o organismo. Produzida pela glândula pineal – localizada no cérebro – na ausência da luz, até pouco tempo acreditava-se que a substância agisse basicamente sobre os centros cerebrais envolvidos no controle do relógio biológico, estimulando o sono. Por essa razão, suas indicações mais conhecidas eram contra a insônia e outros distúrbios associados ao sono, como o jet lag.
HERANÇA
Regina constatou que o hormônio passa de mãe para filho pelo leite materno

A descoberta de suas outras funções foi gradativa. Hoje, uma das áreas nas quais é possível encontrar conhecimento mais sólido a esse respeito é a do câncer. A relação entre a melatonina e a doença começou a ser mais investigada quando surgiram indicações de uma associação entre o risco aumentado para a enfermidade e o trabalho noturno. A última delas foi divulgada há poucas semanas na edição online do “British Medical Journal”, uma das mais importantes publicações científicas do mundo. Realizado no Queen’s University, no Canadá, um levantamento mostrou que mulheres que trabalharam em turnos noturnos por mais de 30 anos apresentaram duas vezes mais chances de desenvolver tumor de mama. Outra, divulgada no “American Journal of Epidemiology”, indicou a associação entre homens trabalhadores noturnos a risco elevado para câncer de próstata, pulmão, bexiga, reto, pâncreas e linfoma não Hodgkin. Os resultados levantaram a hipótese de que a ligação entre as duas coisas – trabalho noturno e câncer – fosse a baixa produção de melatonina. “A exposição à luz, mesmo à noite, pode induzir a um desequilíbrio na regulação biológica que propicia o desenvolvimento de tumores”, disse à ISTOÉ a cientista Marie-Élise Parent, que comandou o estudo com os homens.



Outros experimentos avançaram na elucidação da questão. Apontaram que de fato o hormônio impede o crescimento das células tumorais, e por caminhos diversos. “Ele protege o material genético das células”, afirmou à ISTOÉ Antonio Soriano, da Universidade de Granada, na Espanha, autor de uma revisão recente sobre o tema. Entre outras ações, a melatonina impede que as células sofram com o estresse oxidativo – processo que danifica o DNA – e ajuda a interromper a formação de novos vasos sanguíneos destinados a alimentar o tumor. 

Mecanismos como esses contribuem para explicar, por exemplo, o resultado obtido pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP) em relação aos efeitos do composto sobre o câncer de mama. Em animais, a substância reduziu pela metade a forma mais comum da doença. Além disso, o hormônio atenua efeitos colaterais da quimioterapia. Na Universidade de Granada, os cientistas criaram um gel à base de melatonina para proteger as mucosas do aparelho gastrointestinal da inflamação decorrente do uso de quimioterápicos.




Sua ação sobre doenças neurológicas e psiquiátricas também parece expressiva. O neurologista Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo, concluiu um trabalho no qual ficou demonstrada sua eficácia contra a enxaqueca. O médico comparou por dois anos a eficiência e a tolerabilidade da suplementação de melatonina ao uso da amitriptilina, antidepressivo receitado para prevenção das crises, e ao placebo. Participaram 196 pessoas, com dois a oito episódios de crises por mês. O médico observou redução de 2,7 pontos no uso de analgésicos e na frequência e na intensidade das crises entre os que usaram melatonina; de 2,1 entre os que tomaram amitriptilina; e de 1,1 nos que usaram placebo. “E ela não causou sonolência diurna, ganho de peso, boca seca e outros efeitos observados com o antidepressivo”, explica Peres.

Dos EUA vieram informações sobre efeitos de proteção aos neurônios, algo importante, por exemplo, para impedir mais danos após acidentes vasculares cerebrais. Uma pesquisa da Universidade do Sul da Flórida revelou de que maneira a substância ajuda nessa tarefa. Uma de suas ações é estimular que células-tronco se especializem em neurônios, auxiliando, indiretamente, a repovoar áreas nas quais houve morte neuronal. “A melatonina protege contra danos cerebrais e déficits de comportamento resultantes do acidente vascular cerebral. Por esses motivos, vislumbramos seu uso clínico contra o problema”, disse à ISTOÉ Cesario Borlongan, coordenador do trabalho. Benefícios semelhantes foram observados contra o mal de Alzheimer. Pesquisa da Universidade de Barcelona, feita em cobaias, mostrou que uma dose diária do hormônio, combinada a exercício físico, retardou a progressão da enfermidade. “Os resultados foram extraordinários. O hormônio aumenta a capacidade de o neurônio se defender de danos”, disse à ISTOÉ o fisiologista Dario Acuña Castroviejo, líder do estudo. “Como sua produção natural costuma cair depois dos 40 anos, recomendo a suplementação a partir dessa idade.”

SEM DOR
Pesquisa do neurologista Peres mostrou que a melatonina
diminui a frequência e a intensidade das crises de enxaqueca

Na Itália, há pesquisas em curso a respeito do papel do hormônio sobre a depressão. Sabe-se que, na presença da doença, o ritmo circadiano, mediado pela substância, encontra-se alterado. Um novo tipo de antidepressivo – a agomelatina – entrou no mercado com o objetivo de atuar sobre a melatonina e ajudar a regular o relógio biológico. No Instituto Nacional de Saúde italiano, cientistas buscam entender como o remédio atua. “Há interações que o tornam eficiente. E acredito que os suplementos de melatonina devem ser usados com os antidepressivos, para melhorar a qualidade do sono dos pacientes”, ponderou à ISTOÉ Domenico De Berardis, coordenador do trabalho.

Por se tratar de um hormônio envolvido em operações básicas do organismo, a melatonina também tem ação sobre o metabolismo – propriedade que a torna eficaz para a perda de peso, segundo várias pesquisas. Uma delas foi feita na Universidade de Granada, com animais, e revelou perdas consideráveis entre as cobaias submetidas à suplementação. “O resultado dá suporte à proposta da administração do hormônio para tratar o excesso de peso em humanos”, escreveram os pesquisadores.

Seus colegas italianos identificaram mecanismos pelos quais ocorre o emagrecimento. Segundo experimento da Università Politecnica delle Marche, entre outros efeitos, o hormônio reduz a ingestão de comida porque estimula a atividade de moléculas envolvidas na supressão do apetite. Além disso, outro trabalho, feito também na Itália, demonstrou que a melatonina auxilia no controle da compulsão por comer à noite. Experiência feita com um paciente tratado com a medicação agomelatina terminou com uma perda de 5,5 quilos após três meses de uso. Os desdobramentos desse tipo de estudo ajudarão a entender, por exemplo, por que os obesos têm menos melatonina do que as pessoas com peso normal.


No Brasil, o endocrinologista Bruno Halpern, coordenador da Liga de Diabetes do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), está concluindo um projeto de pesquisa para investigar como se dá a ação do hormônio sobre a gordura marrom, chamada de gordura que emagrece. Ela se deposita na região do pescoço, abaixo da clavícula e ao longo da espinha e tem como função gerar calor, o que é feito a partir da queima de calorias armazenadas – é por essa razão que leva à perda de peso. “O estudo será feito com pessoas que produzem pouca melatonina. A ideia é comprovar a menor ativação do tecido marrom nessas condições”, diz o médico. Entre os indivíduos com produção reduzida da substância estão aqueles expostos a mais luz à noite.

Já no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, os estudos pretendem elucidar como a melatonina influencia o metabolismo energético e repercute na manifestação da diabetes. “Ela potencializa a ação da insulina”, diz o pesquisador José Cipolla. A insulina é o hormônio que possibilita a entrada, nas células, da glicose circulante na corrente sanguínea. Quando sua produção é baixa ou sua atuação é prejudicada, acumula-se açúcar no sangue, caracterizando a diabetes. “A redução da melatonina intensifica o quadro diabético”, completa o cientista brasileiro. Estudo da Universidade de Harvard (EUA), confirma a relação. Foram selecionadas 370 mulheres com diabetes tipo 2 e outras 370 saudáveis. Nas portadoras da enfermidade, os níveis do hormônio eram significativamente menores.

Motivados por evidências como essas, pesquisadores de cinco laboratórios internacionais criaram a rede MELABETES. Uma das metas é aprofundar as investigações, principalmente sobre o que leva alguns pacientes diabéticos a apresentarem menor concentração de melatonina. “Podemos ajudar essas pessoas dando a elas suplementos do hormônio”, explicou à ISTOÉ Ralf Jockers, da Université Paris Descartes, na França, organizador da iniciativa. “Mas isso deve ser feito em conjunto com o médico.”

No laboratório comandado pela pesquisadora Regina Markus, na USP, descreveu-se que a melatonina pode ser um dos motivos dos benefícios da amamentação. “Encontrei uma maneira de medir sua concentração no leite materno. Descobrimos que uma das principais razões da importância do aleitamento materno é que, por meio dele, a melatonina passa de mãe para filho”, diz Regina.
No Brasil, o hormônio não possui registro de comercialização na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Mas não é proibido, o paciente pode importá-lo. No entanto, os cientistas defendem sua maior disponibilidade por aqui. “Temos todas as evidências para que ela seja utilizada e vendida no País”, diz Regina Markus. “Ela deveria ser comercializada ao menos como remédio”, diz Mario Peres. “É necessário que seja suplementada no idoso, já que sua produção diminui com a idade”, diz José Cipolla.


ACESSO

O cientista Cipolla defende que seja feita uma
suplementação para as pessoas mais velhas

Por enquanto, não é o que pensa o Conselho Federal de Medicina. A entidade faz uma restrição ao seu uso como recurso antienvelhecimento. Publicou uma resolução na qual determina que “são vedados no exercício da medicina” alguns recursos antienvelhecimento usados “com a finalidade de triagem, diagnóstico ou acompanhamento de doenças relacionadas ao envelhecimento”. Entre eles está a melatonina. O médico que desobedecer a norma pode ser advertido ou até perder o registro profissional. “Não há evidência científica do efeito antienvelhecimento da melatonina. Os estudos são experimentais”, diz Rubens França, membro do CFM.

Na opinião de médicos atualizados, que acompanham de perto os avanços sobre o tema, isso não é verdade. “É o momento de se repensar o potencial terapêutico da melatonina. Ele é muito grande. É hora de reabilitá-la no arsenal de tratamento”, afirma o psiquiatra e psicofarmacologista Sergio Klepacz, de São Paulo, autor do livro Equilíbrio Hormonal e Qualidade de Vida. Na Europa e nos EUA, esse poder já foi reconhecido há algum tempo. No continente europeu, o hormônio é vendido como remédio e, nos Estados Unidos, como suplemento alimentar.

Fotos: Kelsen Fernandes; Gabriel Chiarastelli; PEDRO DIAS/Ag. Istoé; Anderson Christian; Masao Goto Filho /Ag. IstoÉ; Rafael Hupsel/Agência Istoé

28/08/2013

O carboidrato e a hipertrofia muscular

Mais uma contribuição do Dr. Luciano de Castro, médico nutrólogo.


Indica-me um suplemento garantido para promover ganho de massa !!?? Essa é a pergunta que eu mais escuto. Por isso hoje resolvi editar esse post e falar de maneira bem direta.

Ao contrário do imaginário popular, a melhor maneira de fazer os músculos crescerem não é ingerir grandes quantidades de proteínas, seja em forma de suplementos proteicos ou mesmo quilos e quilos de filé de frango todos os dias. O excesso de proteínas é convertido em carboidrato para a produção de energia e depois em gordura, para ser armazenada. E esse é o principal problema do carboidrato: não saber usá-lo e acabar engordando.
O modo correto de promover o crescimento muscular é elevar a exigência de esforço ao qual os seus músculos são submetidos regularmente. Se exercitando adequadamente os músculos vão assimilar os nutrientes que necessitam para crescer. Portanto quanto maior o trabalho físico feito, maior o crescimento induzido. E para fazer os músculos trabalharem no seu potencial máximo, o combustível correto deve ser fornecido: Leia-se CARBOIDRATO.
Desenvolver músculos requer um programa de treinamento de força, e uma grande quantidade de energia para esse esforço – e o melhor fornecedor é o carboidrato. Ele é o combustível mais utilizado pelo organismo, o nutriente de escolha do corpo para fornecer energia ao funcionamento das células musculares. Se o crescimento muscular vem do esforço que o músculo precisa fazer, como fazer esforço sem carboidrato para fornecer energia ??
O carboidrato digerido é convertido em glicose para utilização imediata. O excedente é convertido em glicogênio e fica armazenado nos músculos e fígado, podendo ser prontamente revertido a glicose. Quando há falta de carboidrato os músculos ficam cansados e pesados. O carboidrato possibilita então a capacidade de treinar pesado, incrementando o desenvolvimento muscular.
Ingerir carboidratos e treinar mais pesado vai me fazer crescer os músculos ? GARANTIDAMENTE SIM !!! Porém há que se tomar alguns cuidados pois esse nutriente tem efeitos colaterais se não for bem utilizado.
Há que se considerar então:

1. A QUANTIDADE DO CARBOIDRATO
- Existe um limite para a quantidade de carboidratos armazenáveis pelo organismo. Uma vez que se ultrapassa a quantidade possível de ser armazenada sob a forma de glicogênio, o fígado transforma o excesso em gordura, e deposita debaixo da pele e em outras regiões do corpo. Essa quantidade de glicogênio armazenável depende de vários fatores, de pessoa para pessoa, mas vale a pena destacar a quantidade de massa muscular. Quanto mais musculosa a pessoa for, maior a quantidade de glicogênio ela consegue armazenar, e menor a chance de haver conversão em gordura. Existem contas precisas e individuais para se determinar a quantidade exata de carboidrato que uma pessoa deve ingerir evitando o excesso, levando-se também em conta a programação de hipertrofia, manutenção de peso ou perda de gordura.

2. A QUALIDADE DO CARBOIDRATO
- Nem todo tipo de carboidrato é apropriado para criar massa muscular. Os tipos certos vem de alimentos integrais, não refinados, como frutas, legumes, verduras e grãos integrais. Também o carboidrato do leite e derivados. Em geral os bons carboidratos devem ser ricos em fibras, ter baixas taxas glicêmicas (geralmente os alimentos integrais, os não cozidos, os sólidos, os que contém mais fibras, e os de porções menores tem menor índice glicêmico e são mais adequados para serem ingeridos longe da atividade física). ÍNDICE GLICÊMICO é a palavra chave aqui. Falarei mais sobre ele na próxima postagem, dando alguns exemplos.

3. O MOMENTO DO CONSUMO
- O momento da ingesta do carboidrato, relacionado ao exercício, pode fazer grande diferença. O carboidrato oferece uma vantagem energética quando consumido imediatamente antes ou durante o exercício intenso, e quanto mais pesado se consegue treinar, maior é o estímulo para o desenvolvimento muscular.

4. A PERIODIZAÇÃO QUE VOCÊ ESTÁ
- Os objetivos do treinamento – ganho de massa muscular ou perda de gordura – devem ser levados em conta, bem como os sinais de cansaço do corpo. A ingestão de carboidrato deve ser calculada de acordo com os objetivos e os níveis de energia do corpo.

Durante o treinamento de força o glicogênio de depósito é retirado para repor energia. Na medida em que se treina os níveis de glicogênio vão diminuindo. De acordo com pesquisas, o consumo do glicogênio se limita aos músculos envolvidos no exercício. Por isso o treinamento intenso esgota os músculos exercitados.
Depois de um exercício pesado é necessário que os músculos se recuperem, ou seja, que reponham o glicogênio muscular. Quanto melhor a recuperação, melhor a capacidade para treinar novamente. Imediatamente após o exercício é o momento onde as células musculares estão mais sensíveis a insulina, um hormônio que promove a produção de glicogênio. É por isso que se deve ingerir carboidrato junto com proteína imediatamente após o exercício físico (lembrar que a proteína ajuda a iniciar a fabricação de glicogênio).
A suplementação liquida de carboidratos é um excelente meio de repor esse glicogênio, e com isso propiciar maior recuperação muscular e melhor preparo para uma futura sessão de treino mais intenso, portanto mais hipertrofia. É também uma boa maneira de consumir calorias quando a pessoa não está com muita fome, especialmente depois de um treino pesado. Além disso os nutrientes líquidos são assimilados com mais rapidez do que os provenientes de alimentos sólidos.
Fatores como idade, sexo, tipo de treinamento e periodicidade dos objetivos são fundamentais na hora de determinar quanto e quais carboidratos cada pessoa deve ingerir. Não tenho como dizer aqui de maneira padronizada a quantidade ideal a ser consumida por cada um, e por isso o acompanhamento especializado e personalizado é fundamental. Depois de determinados esses valores, a sugestão é fazer uma refeição líquida que conste de carboidrato e proteína na proporção de até 3:1 (três partes de carboidrato para uma parte de proteína), imediatamente após o exercício. O carboidrato é o material de reposição e a proteína o de construção muscular. ESSA COMBINAÇÃO É O SUPLEMENTO MAIS EFETIVO PARA COLABORAR COM A SUA HIPERTROFIA MUSCULAR.



Veja a página do Dr. Luciano de Castro no Facebook: www.facebook.com/drlucianodecastro 
Veja também nossa página no Facebook: www.facebook.com/MaxximumSuplementosAlimentares

Página do Personal Trainer Rafael Augusto - SP: www.facebook.com/personalrafaelaugusto

20/05/2013

Pré-treino Muscletech Neurocore


Um dos melhores pré-treinos atualmente, pode ser usado tanto para aumento de massa muscular como para perda de gordura.
(Direitos autorais reservados Muscletech http://international.muscletech.com/).


03/05/2013

Falsificação de Suplementos

Atenção, leiam essa reportagem sobre falsificação de suplementos. Por isso, tomem cuidado com promoções excessivas, preços muito diferentes do mercado. Ninguém abre um negócio por filantropia, por isso desconfiem. Óbvio que, para os padrões brasileiros, alguns produtos são caros e, caso fossem mais baratos, se venderia mais. Porém, é melhor investir mais num produto que lhe traga resultados do que jogar dinheiro no lixo.


Produtos como OXYELITE PRO, LIPO 6 BLACK, M-DROL, H-DROL, HALOVAR, entre outros estão sendo fabricados no Paraguai, o problema está nas substâncias que estão usando para que o usuário tenha a mesma sensação do produto original, Efedrina, Hemogenin. Causando grandes problemas em quem busca uma melhora na performance.
Uma cliente antiga da loja chegou com um pote de oxyelite adquirido em outra loja, reclamando de boca seca, insonia, dor de cabeça e ontem começou a ter arritmia cardíaca e resolvemos fazer uma investigação. Enviamos um e-mail para USP, fabricante do oxyelite, com fotos e lote, abrimos também a capsula e mandamos foto da composição.. Muito eficiente o serviço de SAC deles, recebemos logo uma resposta.

1) Lote 416185 – EXP 01/15 NÃO EXISTE
2) Rótulo: No original a parte colorida do rótulo é mais puxada para o roxo do que para o rosa, e no recebido está claro a cor rosada. Além disso, a marca registrada da USPlabs não é ® mas sim TM.
3) Selo de segurança: Ela me informou que removeu com extrema facilidade. O original não é tão fácil.
4) Interior da tampa: No interior da tampa tem a numeração “38-400-06 G 90″. Este código, da mesma forma que o número do lote, também é inexistente.
5) Cápsula: A cápsula do produto adquirido por ela está com a escrita diferente do original. No original a escrita é um pouco embasada, diferentemente do que eu pude ver nas capsulas…
6) Pó: Ao abrir uma capsula, pude ver que a coloração e o cheiro está em desacordo com o que deveria ser, caso o produto fosse realmente original. Eles informaram de forma direta: “a little off”. Isto é, com uma coloração bem diferente do que deveria ser.
Vale lembrar também que m-drol não é fabricado desde 2011 desde que Steven (Proprietário da COMPETITIVE EDGE) foi preso. Mas o produto continua sendo comercializado até hoje, sendo produzido por laboratórios fantasmas no Paraguai, só que com Hemogenin em sua composição.



Fonte: http://www.portaldafeira.com.br/falsificacao-de-suplementos-um-grande-problema-para-saude/

16/04/2013

Pré-treinos e termogênicos que já usei e recomendo!

Lipo6 Black Ultraconcentrate, Hyper Shred, Redline Ultrahardcore, Fat Smack (concorrente do Oxyelite), Jet Fuel Pyro e Dyma-Burn.

Nitraflex, Neurocore, Muscle Marinade, Juggernaut, NO Shotgun, Nano Vapor, Hyper FX, NO Xplode e 1 MR.

09/04/2013

Leiam e tirem suas próprias conclusões


Fato: acontecem mais de 20.500 mortes por ano causadas por medicamentos aprovados pelo FDA e ANVISA, ao passo que nenhuma morte causada pelos suplementos não aprovados por estas mesmas agências! Qual o motivo pelo qual estas informações são escondidas de vocês?

29/08/2011

Termogênico Ripped Juice

Um dos termogênicos mais badalados no momento nos EUA:

Nutrabolics Hemorush