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02/01/2013

Loja Virtual

Olá amigos e clientes,
Agora a maxximum suplementos alimentares se transformou em loja virtual apenas, com telentrega para Porto Alegre e envio para todo Brasil. Assim, você poderá comprar seus suplementos sem sair de casa.

E ainda temos nossas vias de acesso, como:
msn - maxximumsuplementos@hotmail.com

Facebook: http://www.facebook.com/MaxximumSuplementosAlimentares
Telefones: (51) 30849341 / (51) 99977273 (com whatsapp). Caso o celular não atenda, por favor, enviem mensagens SMS ou por Whatsapp.
Obrigado a todos!

26/10/2011

Whey promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja


Um recente estudo, do Journal of Nutrition publicado em Fevereiro, demonstrou que o consumo de Proteína do soro do leite (Whey protein) promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja. O grupo que consumiu whey protein (em torno de 56 gr/dia) apresentou maior diminuição na gordura corporal e da circunferência abdominal.
Os autores justificam essa diferença pelo fato do whey diminuir a secreção de grelina, um hormônio ligado ao apetite; maior liberação de hormônios da tireóide, comum em dietas com maior concentração de proteína em relação a carboidratos; além da maior concentração de leucina na proteína do soro do leite, responsável por aumentos na síntese protéica, manutenção da massa magra e, consequentemente, do metabolismo.
Eu sempre afirmei que o whey protein não é uma simples proteína. Desde quando comecei a pesquisar sobre ela, digo que ainda muitos outros benefícios correlacionados a sua ingestão vão ser demonstrados. Tanto que, há anos, é o suplemento “básico” para quem deseja tanto aumentar massa muscular como perder gordura. O interessante também são os efeitos que se tem pesquisado de um aminoácido específico, a Leucina. Na prática, tanto em clientes da loja, quanto em alunos particulares, temos obtido resultados muito interessantes na perda de gordura e no ganho de massa muscular. Clientes e alunos com objetivo de emagrecer apresentam um bom aumento de massa magra simultaneamente (algo que não é tão simples assim). Claro que não se pode deixar de lado a dieta e a dedicação ao treinamento.

Bons Treinos!

David J. Baer, Kim S. Stote, David R. Paul, G. Keith Harris, William V. Rumpler, and Beverly A. ClevidenceWhey Protein but Not Soy Protein Supplementation Alters Body Weight and Composition in Free-Living Overweight and Obese AdultsJ. Nutr. 141: 1489–1494, 2011

15/12/2010

Pré-treino NO-xplode - BSN



Um dos melhores pré-treinos do mundo só pode vir de uma das mais respeitadas marcas do mundo, a BSN. Mais foco, disposição, pump, vascularização e resultados em seus treinos.

10/12/2010

Saiba mais sobre WHEY PROTEIN...

A proteína do soro do leite, popularmente conhecida como whey protein, é extraída a partir do processo de fabricação do queijo. Seu alto valor nutricional é devido a vários fatores, dentre eles ao alto teor de cálcio, peptídeos bioativos do soro, grande quantidade de leucina (um aminoácido extremamente anabólico), glutamina, entre outros. Devido a isso, diversos estudos têm focado na sua aplicabilidade no esporte, por seus efeitos sobre a síntese protéica muscular esquelética, redução da gordura corporal, modulação da adiposidade, melhora do desempenho físico, do sistema imunológico e, através de seus compostos bioativos, outros benefícios para a saúde humana.

Existem diversos tipos de whey protein, de acordo com seu processo de filtragem:


- Whey Protein Concentrado: para preparos de shakes com alta concentração de Whey Protein e baixa quantidade de carboidratos e gordura (ou seja, ainda contém a lactose e a gordura do leite, mesmo que em baixas concentrações). Recomenda-se para qualquer hora do dia.


- Whey Protein Isolado: O tipo de Whey Protein mais concentrado e de maior valor biológico. Geralmente são isentos de gordura, carboidratos e lactose. Poucos minutos após seu uso, seus aminoácidos já estão disponíveis na corrente sanguínea, por isso é recomendado especialmente para logo após acordar e depois de malhar ou praticar exercícios intensos.

Whey Hidrolisado: a proteína passou por um processo de "quebra", disponibilizando uma proteína já digerida (aminoácidos livres), acelerando a velocidade de absorção. O whey isolado 100% hidrolisado é livre de lactose e gordura e possui cerca de 99% de proteína não desnaturada.


- Whey Time-Release: Whey especial, composto de grandes peptídeos para uma liberação mais prolongada, evitando assim o catabolismo (quebra dos músculos). Ideal para antes de dormir.

CONCLUSÃO

As proteínas solúveis do soro do leite apresentam um excelente perfil de aminoácidos, caracterizando-as como proteínas de alto valor biológico. Possuem peptídeos bioativos do soro, que conferem a essas proteínas diferentes propriedades funcionais. Os aminoácidos essenciais, com destaque para os de cadeia ramificada, favorecem o anabolismo, assim como a redução do catabolismo protéico, favorecendo o ganho de força muscular e reduzindo a perda de massa muscular durante a perda de peso. O alto teor de cálcio favorece a redução da gordura corporal, por mecanismo associado ao hormônio 1,25 (OH)2D. Melhoram, também, o desempenho muscular, por elevarem as concentrações de glutationa, diminuindo, assim, a ação dos agentes oxidantes nos músculos esqueléticos. Exercem papel importante na saúde humana, como, por exemplo, no controle da pressão sanguínea e como agente redutor do risco cardíaco. Além disso, as proteínas do soro têm sido muito utilizadas pela indústria de alimentos, em diferentes áreas. Novos estudos in vivo e epidemiológicos são necessários para avaliar a real eficácia de seus componentes. O enriquecimento de alimentos com as proteínas do soro, como bebidas, por exemplo, facilitaria seu consumo e o estudo em grandes grupos populacionais.


Referência Bibliográfica:

Fabiano Kenji HaraguchiI; Wilson César de Abreu; Heberth de Paula. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. Rev. Nutr. vol.19 no.4 Campinas July/Aug. 2006

06/12/2010

Cafeína e desempenho físico

Num recente estudo, avaliando o pico de torque na extensão e na flexão de joelhos, Astorino e colaboradores (2010) demonstraram que a suplementação com cafeína melhora o desempenho físico, tornando os treinos mais intensos. Porém, as doses devem ser em torno de 5 mg por quilo do peso corporal. Ou seja, uma pessoa de 80 quilos, deveria consumir 400 mg de cafeína.


Astorino, Todd; Terzi, Michael N.; Roberson, Daniel W.; Burnett, Timothy R. Effect of Two Doses of Caffeine on Muscular Function during Isokinetic Exercise. Medicine & Science in Sports & Exercise. December 2010 - Volume 42 - Issue 12 - pp 2205-2210

Onde encontrar?
Diversos termogênicos, como Lipo 6, Lipo 6Black, Redline, Meltdown, Mitotropin. E em vários pré-treinos, como NO Shotgun, Jack 3d, Nano Vapor, Superpump, Supercharge.

29/11/2010

Dietas Hiperprotéicas e emagrecimento

Nesse mês, no New England Journal of Medicine, um jornal científico de impacto internacional, foi publicado um artigo interessante que corrobora com alguns pontos de vista que eu e alguns profissionais que admiro sempre utilizamos como conduta em dietas de emagrecimento. Ou seja, dietas hiperprotéicas são eficientes para perda de gordura e não necessariamente representam grandes chances de ganho de peso pós-dieta de restrição (Larsen e colaboradores, 2010).

Para esse estudo, foram selecionados pacientes em oito países europeus num total de 773, porém 548 terminaram o estudo. Em 26 semanas com uma dieta de 800 Kcal, foram divididos os seguintes grupos: baixa proteína e carboidratos de baixo índice glicêmico, baixa proteína e alto índice glicêmico, alta proteína e baixo índice glicêmico, alta proteína e alto índice glicêmico e uma dieta tradicional como grupo controle.

Nota interessante de frisar é que o grupo que teve menos desistências foi o de alta proteína e baixo índice glicêmico.

A média de perda de peso foi de 11 Kg nos grupos e apenas o grupo de baixa proteína e carboidratos de alto índice glicêmico apresentou ganho de peso após a intervenção. Nesse sentido, as dietas hiperprotéicas e com carboidratos de baixo índice glicêmico se mostraram mais eficiente na aderência ao tratamento e com menores chances de ganho de peso pós-intervenção.

Esses resultados trazem à tona conclusões interessantes de um estudo mais antigo (Shai e colaboradores, 2008), onde os autores se basearam na dieta do mediterrâneo, com muitas fibras e rica em gorduras monosaturadas. Os grupos foram divididos em: baixa gordura com restrição de calorias; dieta do mediterrâneo com restrição de calorias e dieta de baixo carboidrato sem restrição de calorias.

A perda de peso foi de 2,9 Kg para o grupo de baixo carbo; 4,4 Kg para o grupo da dieta do mediterrâneo e 4,7 para o grupo de baixo carboidrato. A taxa colesterol total/HDL diminuiu 20% no grupo de baixo carboidrato e 12% no grupo de baixa gordura, o que representa também ganho em saúde para o grupo que baixou mais os carboidratos na dieta. Esses benefícios se repetiram nos pacientes diabéticos, que estabilizaram taxas de glicose e insulina de maneira superior nas dietas de baixo carboidrato e do mediterrâneo.

Ambos os estudos nos mostram o contrário do que muitos profissionais ainda relutam em adotar como conduta em dietas de emagrecimento. Aliada a exercícios físicos, a dieta hiperprotéica proporciona resultados muito interessantes na perda de massa magra. Como já escutei de alguns autores, nunca se propagou um terrorismo à gordura tão forte como hoje, porém a população nunca esteve tão obesa. É claro que aqui não estamos falando de frituras, gorduras saturadas e hidrogenadas, mas as chamadas gorduras “boas”, como as monoinsaturadas e poliinsaturadas. E também não estamos colocando toda a culpa nos carboidratos, mas sim naqueles consumidos por grande parte da população: açúcares e farináceos refinados, doces... Quando se fala em dietas de baixo índice glicêmico, por exemplo, fala-se de vegetais fibrosos, arroz integral, aveia.

Como visto, outro fator importante, além do emagrecimento por si, é a aderência ao tratamento e ao menor risco de ganho de peso. As proteínas, além de exigirem do organismo uma maior quantidade de energia para ser digerida, também provocam uma maior sensação de saciedade e diminuem aquela sensação de “passar fome” nas dietas tradicionais de restrição calórica.

Referências:

Larsen TM, Dalskov SM, van Baak M, Jebb SA, Papadaki A, Pfeiffer AF, Martinez JA, Handjieva-Darlenska T, Kunešová M, Pihlsgård M, Stender S, Holst C, Saris WH, Astrup A; Diets with high or low protein content and glycemic index for weight-loss maintenance. Diet, Obesity, and Genes (Diogenes) Project. N Engl J Med. 2010 Nov 25;363(22):2102-13.

Shai I, Schwarzfuchs D, Henkin Y, Shahar DR, Witkow S, Greenberg I, Golan R, Fraser D, Bolotin A, Vardi H, Tangi-Rozental O, Zuk-Ramot R, Sarusi B, Brickner D, Schwartz Z, Sheiner E, Marko R, Katorza E, Thiery J, Fiedler GM, Blüher M, Stumvoll M, Stampfer MJ; Dietary Intervention Randomized Controlled Trial (DIRECT) Group. Weight loss with a low-carbohydrate, Mediterranean, or low-fat diet. N Engl J Med. 2008 Jul 17;359(3):229-41.

20/11/2010

Estudos sobre creatina - Parte 03 - Miostatina

Mais uma vez, procurando uma melhor compreensão dos mecanismos pelo qual a suplementação de creatina, quando associada ao treino de força (popularmente conhecido por musculação), provoca aumentos na massa muscular, iniciou-se nessa década investigações a respeito de uma proteína chave: a miostatina. Miostatina é uma proteína que, de grosso modo, inibiria o aumento da massa muscular, como se fosse um controle do corpo para a síntese de proteína muscular.
No estudo de Deldicque e colaboradores (2008), durante 5 dias de suplementação, não verificaram nenhum efeito da suplementação de creatina sobre a expressão da proteína miostatina, ou seja, sua expressão diminuiu após o treino de força, independente da suplementação. Nesse estudo, além do curto espaço de tempo na suplementação, o treinamento não foi nada coerente com o que se faz na prática profissional. Ou seja, dez séries de extensão de joelhos em apenas uma perna.
E aqui vai uma crítica minha no que se refere aos estudos sobre treinamento de força: por favor, façam protocolos de treinamento mais condizentes com que se faz na prática; não necessariamente sessões de um culturista, mas no mínimo sessões decentes!
Voltando ao assunto... Em 2010, Saremi e colaboradores realizaram sessões de treinamento com maior volume, de 3 séries de oito a dez repetições de exercícios para o corpo inteiro, três vezes por semana durante 8 semanas. A suplementação de creatina também durou 8 semanas. Aqui foram encontradas diminuições significativas na expressão da miostatina em relação ao grupo controle e ao grupo placebo.
Embora ainda poucos estudos tenham sido realizados nesse sentido, aqui se instala uma linha de pesquisa interessante no que se refere à compreensão dos efeitos da suplementação de creatina.

Referências:

Deldicque L, Atherton P, Patel R, Theisen D, Nielens H, Rennie MJ, Francaux M. Effects of resistance exercise with and without creatine supplementation on gene expression and cell signaling in human skeletal muscle. J Appl Physiol. 2008 Feb;104(2):371-8. Epub 2007 Nov 29.

Saremi A, Gharakhanloo R, Sharghi S, Gharaati MR, Larijani B, Omidfar K. Effects of oral creatine and resistance training on serum myostatin and GASP-1. Mol Cell Endocrinol. 2010 Apr 12;317(1-2):25-30. Epub 2009 Dec 22.

18/11/2010

Maxximum Suplementos Alimentares - vídeo promocional

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Perca gordura e emagreça com Meltdown




Ciência Meltdown: combina a potência sinérgica da queima de gordura dos beta-agonistas (Metil-Sinefrina) e os alfa-antagonistas adrenérgicos (Yohimbina HCl, alfa-Yohimbina e 11-Hidroxi Yohimbina). Em termos mais simples, o meltdown ativa os mecanismos de queima de gordura ao mesmo tempo que bloqueia os mecanismos bioquímicos internos que impedem a queima de gordura, protegendo uma das chaves de queima de gordura corporal, a Norepinefrina. Quando esse efeito ocorre, de queima de gordura é promovida e protegida, chama-se de “efeito sinérgico”. Assim, em vez de fator de ativação 9 + fator de ativação 8, igualando 17 na escala de queima de gordura, esta combinação sinérgica atinge um efeito geométrico de 72!

17/11/2010

Promoção Whey Radical USA Peptopro

Whey Radical USA peptopro.

Peptopro é produto resultante da quebra da caseína em Di-Peptídeos e Tri-Pepetídeos, garantindo sua biodisponibilidade logo após sua absorção. O efeito insulinotrópico do Peptopro chega a ser 140% maior que qualquer versão de Whey Protein.
Junto com o Whey, o Peptopro garante um ambiente anabólico favorável pós-treino.

de R$169,00 por R$150,00
Aproveite, somente duas semanas!

09/11/2010

Whey Scivation - whey com sabor de achocolatado




Whey Scivation:

- Alta qualidade de proteínas;
- Menor quantidade de carboidratos;
- Menor quantidade de gorduras;
- Menor quantidade de lactose;
- Fácil dissolução em água;
- Fácil digestão.

06/11/2010

Estudos sobre creatina - Parte 02 (Função Renal e Hepática)

Agora com a loja de suplementos observei que ainda existe um grande número de pessoas receosas e até com certo preconceito sobre a utilização de creatina como suplemento alimentar. Isso, além de vinculado por diversos meios de comunicação sem embasamento científico algum, também é reforçado por diversos profissionais relacionados ao esporte/nutrição consultados para entrevistas e também em seus locais de trabalho. Por isso, na parte 2 desse estudo sobre creatina que estou expondo aqui no blog, procurei destacar de maneira simples e rápida o grande equívoco que essas pessoas e profissionais estão cometendo. As informações foram colhidas em revisões de literatura e em artigos originais de revistas científicas através do Pubmed (portal de pesquisa científica online).

O trabalho de Gualano e colaboradores (2010) consistiu num estudo de caso em um paciente com baixa taxa de filtração glomerular e com apenas um rim (um deles foi removido). Nesse caso, a suplementação foi de 20 gramas/dia durante 5 dias (fase de saturação) e mais 5 gramas/dia durante 30 dias. Além disso, utilizou-se uma dieta com altas taxas de proteína (2,8 g/Kg peso corporal). Esse e

xperimento em nada alterou a função renal do indivíduo.

O estudo de Robinson e colaboradores (2000) experimentou um tempo mais longo de suplementação, com a fase de saturação e mais nove semanas utilizando 5 gramas/dia. Aqui, novamente, não houve nenhuma alteração de função renal ou hepática com a suplementação de creatina. Os mesmos resultados foram encontrados durante oito semanas no estudo de Cancela e colaboradores (2008) com jogadores de futebol.

Como a suplementação de creatina também é utilizada em pacientes com doenças neurológicas, um estudo (Bender e cols, 2008) realizado com portadores de mal de Parkinson administrou creatina durante 2 anos com uma dose de 4g/dia. Nesse tempo, não houve quaisquer alterações na função renal dos pacientes. Outro estudo, conduzido por Kreider e colaboradores (2003), utilizou a suplementação em atletas saudáveis por 21 meses (primeira semana de saturação, com 20gr/dia; seguida de 5gr/dia até o fim do estudo) e também não houve quaisquer alterações em marcadores de função renal e hepática.

Outro estudo, realizado por Gualano e colaboradores (2008) utilizou altas doses de creatina (10 gramas/dia) durante três meses em indivíduos saudáveis praticantes de atividades aeróbicas. Em nenhum dos indivíduos houve alteração em marcadores de função renal.

O que muitas pessoas e, inclusive médicos, desconsideram é que o fato do aumento da excreção de creatinina pela urina não significa, primariamente, alguma anormalidade na função renal. Caso o paciente faça uso de creatina como suplementação, devem ser solicitados outros exames (Yoshizumi e cols, 2004). Embora Pline & Smith (2005) observaram que as alterações na concentração de creatinina na urina sejam irrelevantes em indivíduos saudáveis.

Em sua revisão bibliográfica, Poortmans & Francaux (2000) também não encontraram estudos relevantes que acusasse qualquer contra-indicação da suplementação de creatina em pessoas saudáveis.

Todos os estudos comprovam o que muitos profissionais necessitam urgentemente saber e, claro, saber pesquisar antes de opinar sobre esse assunto. A suplementação de creatina é completamente segura em indivíduos saudáveis e, até em alguns casos de enfermidades renais (porém, nesses casos, o aconselhável é conversar com seu médico e chegar a algum acordo e, claro, sempre monitorar os marcadores renais e hepáticos através de exames laboratoriais). O interessante também é o reconhecimento cada vez maior da suplementação de creatina em doenças degenerativas e/ou neurológicas.

Por isso, quando alguém lhe falar sobre qualquer malefício desse tipo de suplementação em função renal e hepática, simplesmente peça para esse indivíduo estudar, sendo profissional ou não.

Referências:

Bender A, Samtleben W, Elstner M, Klopstock T. Long-term creatine supplementation is safe in aged patients with Parkinson disease. Nutr Res. 2008 Mar;28(3):172-8

Cancela P, Ohanian C, Cuitiño E, Hackney AC. Creatine supplementation does not affect clinical health markers in football players. Br J Sports Med. 2008 Sep;42(9):731-5.

Gualano B, Ferreira DC, Sapienza MT, Seguro AC, Lancha AH Jr. Effect of short-term high-dose creatine supplementation on measured GFR in a young man with a single kidney. Am J Kidney Dis. 2010 Mar;55(3):e7-9. Epub 2010 Jan 8.

Kreider RB, Melton C, Rasmussen CJ, Greenwood M, Lancaster S, Cantler EC, Milnor P, Almada AL. Long-term creatine supplementation does not significantly affect clinical markers of health in athletes. Mol Cell Biochem. 2003 Feb;244(1-2):95-104.

Poortmans JR, Francaux M. Adverse effects of creatine supplementation: fact or fiction? Sports Med. 2000 Sep;30(3):155-70.

Robinson TM, Sewell DA, Casey A, Steenge G, Greenhaff PL. Dietary creatine supplementation does not affect some haematological indices, or indices of muscle damage and hepatic and renal function. Br J Sports Med. 2000 Aug;34(4):284-8.

Yoshizumi WM, Tsourounis C. Effects of creatine supplementation on renal function. J Herb Pharmacother. 2004;4(1):1-7

30/10/2010

Novidades da semana na maxximum suplementos alimentares



Junto com VP2 e VPX, mais um dos Whey mais puros do mundo: o Muscletech. Mais resultado e qualidade muscular.






















Whey com Sabor de Achocolatado: uma das marcas mais conceituadas nos EUA, a Scivation.















Mais Sabores diferenciados da linha Nectar, da Syntrax: Pêssego e Limonada.














Mais variedade em barrinhas de Proteína: Probiótica, Supreme, Nutrilatina e as Importadas Oh yeah!















Preparado para Sorvete Protéico Ice Protein, da XLab















Caseína Micelar 100% pura da Syntrax. Uma linha com muita qualidade e sempre muito sabor.
















Brownie Protéico: sabor incomparável.

29/10/2010

Whey com sabor de achocolatado


Quer um Whey de qualidade com sabor de Achocolatado?

Whey Scivation, mais uma marca importada e de qualidade agora disponível na maxximum suplementos alimentares!


27/10/2010

Promoção Whey Radical USA


Promoçao Whey Radical USA, de 170,00 por 155 reais.
Promoção por tempo limitado! Aproveite!


23/10/2010

Sorvete Protéico


Para quem adora um doce e não quer se sentir sacrificado na dieta, confira os sorvetes protéicos light da XLab. 44 gramas de proteína por sachê e ZERO gordura trans.
Reserve o seu!


22/10/2010

Nano Vapor

Um dos melhores pré-treinos do mundo! A marca diz por si.


20/10/2010

Gelatina Cremosa com Whey Protein

Ingredientes:
1 pacote de gelatina de morango
185g de iogurte desnatado
*caso esteja em dieta com restrição de lactose, opte por um iogurte de soja.
3 Colh. de sopa (30g) de Whey Protein Sabor Morango ou Baunilha

Prepare a gelatina conforme as instruções da embalagem e leve para gelar. No liquidificador bata
todos os ingredientes inclusive a gelatina pronta. Distribuir em 5 taças individuais. Colocar para gelar. Servir quando estiver consistente.

Informação Nutricional (Por porção)

Valor Calórico (Kcal) – 52kcal
Proteínas (g) - 7,4g
Carboídratos (g) - 4,8g
Lipídeos (g) - 0,4g

Informaçõa Nutricional (Total)
Valor Calórico (Kcal) – 260kcal
Proteínas (g) - 37g
Carboídratos (g) - 24g
Lipídeos (g) - 2,0g

19/10/2010

Estudos sobre creatina - Parte 01

Desde que se observou e comprovaram-se os aumentos de massa muscular decorrentes da suplementação de creatina combinada ao treinamento de força, além da sua utilização no tratamento de doenças degenerativas crônicas (Duchenne e miopatias inflamatórias) e doenças no sistema nervoso central (Parkinson' Huntington's e Alzheimer) (Gualano e colaboradores, 2010), a comunidade científica tem centrado as pesquisas nos mecanismos pelos quais esses benefícios são alcançados.

Muito já se falou, no que se refere aos benefícios da suplementação aliada ao treino de força, que seus benefícios se davam simplesmente por aumentar a intensidade do treino ao se conseguir realizar mais repetições com determinada carga. Ou também devido à retenção hídrica na célula muscular.

Entretanto, estudos como o Olsen e colaboradores (2006) demonstram mecanismos mais complexos. Ao suplementar com creatina, observaram aumentos no número de células satélites e nos núcleos das células musculares por fibra muscular.

Então, você deve estar se perguntando... o que são células satélites?

São as chamadas “células tronco miogênicas”, ou seja, células relacionadas á recuperação muscular, que atuam diante de uma lesão ou qualquer dano no músculo esquelético.

Com isso, através da suplementação de creatina, verificamos uma melhora no processo de recuperação tecidual após o treinamento de força.

Aguarde mais esclarecimentos sobre creatina nas próximas postagens...

Referências:


Gualano B, Artioli GG, Poortmans JR, Lancha Junior AH. Exploring the therapeutic role of creatine supplementation. Amino Acids. 2010 Jan;38(1):31-44. Epub 2009 Mar 1.


Olsen S, Aagaard P, Kadi F, Tufekovic G, Verney J, Olesen JL, Suetta C, Kjaer M. Creatine supplementation augments the increase in satellite cell and myonuclei number

16/10/2010

Produtos novos na maxximum suplementos


Agora contamos com a linha de Whey Protein VPX SRO.

Zero carboidrato
Zero açúcar
Zero lactose
Zero gordura
Zero colesterol
Ótimo sabor
Zero Aspartame
100% proteína do soro do leite, ou seja, zero caseína, soja ou outros tipos de proteína


O Sistema de purificação "SpiroFuse Reverse Osmosis" (SRO) patentiado pela VPX garante uma proteína totalmente isenta de lactose, colesterol e gorduras, obtendo-se do soro do leite uma das melhores proteínas isoladas do mundo.
O sistema SRO produz uma proteína isolada (acima de 99% de pureza) de baixo peso molecular e dividida em micro-frações. Ou seja, extrema rapidez na absorção. Com isso, aproveita-se melhor os estímulos anabólicos de seus treinos e a "janela de oportunidade" pós-treino, com uma proteína de absorção rápida, eficaz e de extrema qualidade.