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14/11/2013

Suplementação de beta-alanina

Durante o exercício intenso, sabe-se que o acúmulo de lactato e, consequentemente, íons hidrogênio diminuem o pH sanguíneo, limitando a performance e levando à fadiga muscular. Dentre as medidas para postergar a fadiga muscular e melhorar a performance nos treinos está a suplementação de beta-alanina. Esse aminoácido é encontrado em diversos suplementos, principalmente nos pré-treinos ou pre-workouts.
Assault: um dos pré-treinos com maior quantidade de beta-alanina no mercado.

A beta-alanina é um dos componentes da carnosina, junto com a L-histidina. Mas a L-histidina existe em grande quantidade no músculo esquelético, sendo a suplementação de beta-alanina mais necessária para praticantes de exercícios intensos. Porém, não se pode consumir diretamente a carnosina, porque ela vai ser quebrada nos dois aminoácidos no trato digestivo para, depois formar carnosina novamente. Então, não há necessidade de ingerir uma molécula maior para quebrá-la e depois formá-la novamente.
A carnosina vai atuar como um tamponante, inibindo a acidose e a diminuição de pH provocada por exercícios intensos e de curta duração. Ela possui outras funções, entre elas inclusive contra radicais livres. Mas nesse momento vamos focar em sua ação de tamponamento.
Sabe-se que o treinamento intenso e de curta duração contribui para aumentar os níveis de carnosina no tecido muscular. Como o treinamento de força visando hipertrofia expõe o atleta constantemente a diminuições de pH sanguíneo, as taxas de carnosina no tecido muscular desses atletas geralmente é maior. A carnosina é atuante em torno de 40% do tamponamento da acidose induzida pelo exercício. Além disso, ela ativa a miosina ATPase, mantendo os estoques de ATP na célula muscular (ou seja, mais energia durante o exercício).
Atletas, sejam de alto rendimento ou recreativos encontram na suplementação de beta-alanina diversos efeitos ergogênicos. Podemos citar uma menor acidose e diminuição do pH, maior resistência anaeróbica, além de um retardamento da fadiga. 
Interessante ressaltar que a suplementação de creatina parece potencializar os efeitos da beta alanina. Inclui-se nesse sentido, o aumento da massa muscular magra.
O efeito colateral da beta-alanina é, em alguns casos, a sensação de parestesia ou “formigamento”, geralmente em membros e nuca. Porém, sem implicações clinicas ou alterações cardiovasculares.


Referência:
Julie Y. Culbertson, Richard B. Kreider, Mike Greenwood & Matthew Cooke. Effects of Beta-Alanine on Muscle Carnosine and Exercise Performance: A Review of the Current Literature. Nutrients 2010, 2, 75-98;





28/10/2013

Pré-treino Jet Fuse (GAT)


Quando a Assault se tornou febre nos EUA, a Maxximum foi uma das primeiras no Brasil a apostar nele. E os clientes aprovaram. 

Agora é a vez do Jetfuse, novo pré-treino da GAT, muito bem cotado no exterior. E mais, ele possui 52 doses!


Agora comparem:









16/10/2013

Receita mingau de whey

Uma receita fácil e rápida de fazer. Funciona como lanche, café da manhã ou da tarde ou até refeição pré-treino.
Importante salientar que ao colocar o whey, NÃO PODE ser levado ao forno ou microondas. A proteína do soro do leite se desnatura em temperaturas acima de 60 graus.


Acrescente 50 gramas de farinha de aveia
4 colheres de sopa de achocolatado GOLD zero açúcar
Acrescente leite ZERO lactose ou água e mexa até formar a consistência de mingau (obs. acrescente aos poucos e devagar).
Acrescente um scoop de whey (de preferência baunilha ou chocolate) e misture bem.

Dica: fica bem gostoso se colocar banana em rodelas ou morangos.

Bom apetite!

19/09/2013

Você sabia?


24/07/2013

Mais benefícios da glutamina!

Mais benefícios da suplementação de glutamina sendo descritos na literatura!



15/07/2013

Receita Sorvete Whey


Ingredientes:

5 Claras

1 Medida de Whey

1 colher de chá de cacau em pó

1 colher de adoçante (sucralose) em pó

1 Colher de Sobremesa de Leite Desnatado

Modo de Preparo:

1 Bata todos os ingredientes e coloque em copos plásticos.

2 Quando estiver quase firme, coloque os pauzinhos e congele por mais 4 horas.

3 Na hora de consumir pegue uma tesoura e rasgue o copinho.

27/06/2013

Proteínas e emagrecimento

Após a ingestão de proteínas, a hiperaminoacidemia estimula as taxas de síntese proteica muscular. E muito se tem discutido sobre essa estratégia em dietas de restrição calórica, no sentido de conservar a massa muscular. Nesse sentido, Churchward e colaboradores (2013) demonstraram que dietas com 1,8 gramas de proteína/quilo de peso corporal/dia são mais eficientes na manutenção da massa magra (mas não necessariamente na perda de massa gorda) do que as dietas que utilizam 0,8 gramas de proteína/quilo de peso corporal/dia. Nesse sentido, recomenda a utilização de maiores quantidades de proteínas e aminoácidos, que contribuem para um aumento do anabolismo do músculo esquelético, em dietas de restrição calórica mais prolongadas, ainda mais se combinadas com exercícios de força (musculação)

Bons Treinos

Referência:

Churchward-Venne TA, Murphy CH, Longland TM, Phillips SM. Role of protein and amino acids in promoting lean mass accretion with resistance exercise and attenuating lean mass loss during energy deficit in humans. Amino Acids. 2013 May 5. [Epub ahead of print]


18/06/2013

Saiba mais sobre a whey hidrolisada

O proteína do soro do leite é constituinte de todos os tipos de leite, sendo que o leite de vaca apresenta um teor de 6,25% de proteína. Sendo desse total 80% caseína e 20% whey. Por outro lado, o leite materno possui 90% whey e menos de 10% caseína.
Muito se fala atualmente sobre a proteína do soro do leite, mas vamos falar hoje sobre a sua forma hidrolisada.
A whey hidrolisada é uma forma “pré-digerida”, ou seja, pronta para ser absorvida pelo nosso organismo. O intestino não absorve a proteína na sua forma bruta, ela precisa ser quebrada em di e tri-peptídeos através de uma hidrólise enzimática. Dessa forma, a whey hidrolisada é considerada uma das mais anabólicas encontradas porque já está pronta para ser digerida, não sofrendo efeitos negativos durante o processo digestório devido a ação de sucos gástricos.  Logo, 20 gramas de whey hidrolisada, por exemplo, equivale a quase o dobro em biodisponibilidade comparada a uma whey apenas concentrada.
E, por isso, apresenta as seguintes vantagens:

- pico de aminoácidos no sangue de maneira rápida, otimizando a síntese protéica;
- recuperação otimizada;
- melhora do sistema imune pela maior síntese de glutationa;
- aumenta a termogênese;
- contribui para aumentar a lipólise (queima de gordura);
- reduz a fome, devido aos glicomacropeptídeos preservados.

Além disso, uma whey hidrolisada de boa qualidade possui 30 a 50% mais leucina e outros BCAAs em sua composição, otimizando ainda mais a recuperação muscular, postergando a fadiga.
Por isso, avaliem com um profissional suas necessidades proteicas e vejam se podem usufruir dos benefícios de uma whey hidrolisada

21/01/2013

Receita - Mousse de whey


Ingredientes

- 1 ou 2 scoops de whey protein sabor morango ou baunilha
- 250 g de morango congelado
- sucralose
- meio pacote de gelatina sem sabor ou sabor morango
- 50g de morango para cobertura

Modo de preparo

Bata no liquidificador os morangos com whey e sucralose a gosto. Adicione gelatina e leve a geladeira. Para a cobertura de morango, coloque os morangos numa panela com um pouco de água e sucralose e deixe engrossar. Depois de frio coloque junto ao mousse gelado e sirva!

15/01/2013

Receita: Cookies Protéico

Ingredientes:


2 bananas

2 scoops de whey ou albumina (baunilha ou chocolate).
8 colheres de sopa de aveia
Adoçante a gosto ou achocolatado GOLD (zero açúcar), caso queira deixar o sabor de chocolate.

Misture tudo e faça os bolinhos. Coloque forma untada no forno médio.


04/01/2013

Campeonato 2012


No ano de 2012, a maxximum suplementos se fez presente no campeonato gaúcho de culturismo, com o atleta Conrado de Lima. Parabéns pela colocação, pelo shape e pelo esforço!




15/08/2012

Suplementação de Melatonina


Muito se fala sobre a suplementação de melatonina para induzir o sono. Mas essa substância tem sido tema de diversos assuntos na comunidade científica. Primeiramente, para quem não sabe, vamos explicar o que é melatonina.
A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal a partir do aminoácido triptofano. A glândula pineal participa como organizadora dos ritmos biológicos, como o ciclo claro/escuro do ambiente. Por isso, a melatonina tem como função regular o sono, pois num ambiente escuro seus níveis tendem a subir, provocando sono.
Mas não é no tema sono que queria me centrar no texto de hoje, mas em outros bem interessantes. Muitos dizem que não há consenso sobre sua suplementação na indução do sono, o que seria de grande valia para indivíduos que utilizam medicamentos (como rivotril) para esse fim. Porém, buscando estudos sobre a suplementação, pode-se encontrar diversos benefícios.
Por exemplo, sendo a gordura visceral um fator de risco para diversos processos inflamatórios, Ciortea et al. (2011) encontraram uma diminuição dessa após 14 dias de suplementação em ratos, além de menor proliferação de células no endométrio, prevenindo a formação de células anormais (leia-se cancerígenas). Com relação aos efeitos de proteção, ainda temos o estudo de Ochoa et al. (2011), em que a suplementação de melatonina diminuiu a inflamação e o estresse oxidativo (formação de radicais livres) em nadadores após sessões de treinamento intensas. Mrowicka et al. (2010) encontraram maior atividade da superóxido dismutase (enzima antioxidante) num período de 30 dias de suplementação.
Com relação a atividade física, ainda se tem mais benefícios, como na manutenção do glicogênio hepático durante atividades físicas intensas, inclusive em diabéticos (Bicer et al., 2011; Kaya et al., 2010), além de atuar como um antioxidante do tecido nervoso, prevenindo lesões induzidas pelo exercício (Ayaz, 2009).
O que realmente chama mais atenção é esse suplemento ser vendido em quaisquer farmácias em praticamente todos os países do mundo e a Anvisa não liberar sua comercialização no Brasil. Será que nós estamos certos e todo o resto mundo errado? Ou há alguma indústria poderosa apoiando essa atitude.
Convido-os também a leitura desse texto bem interessante para fomentar a discussão.



Bons Treinos!

Biografia

Ayaz M, Okudan N. Effects of melatonin supplementation on exercise-induced changes in conduction velocity distributions. Methods Find Exp Clin Pharmacol. 2009 Apr;31(3):151-6.

Bicer M, Akil M, Avunduk MC, Kilic M, Mogulkoc R, Baltaci AK. Interactive effects of melatonin, exercise and diabetes on liver glycogen levels. Endokrynol Pol. 2011;62(3):252-6.

Ciortea R, Costin N, Braicu I, Haragâş D, Hudacsko A, Bondor C, Mihu D, Mihu CM. Effect of melatonin on intra-abdominal fat in correlation with endometrial proliferation in ovariectomized rats. Anticancer Res. 2011 Aug;31(8):2637-43.

Kaya O, Kilic M, Celik I, Baltaci AK, Mogulkoc R. Effect of melatonin supplementation on plasma glucose and liver glycogen levels in rats subjected to acute swimming exercise.  Pak J Pharm Sci. 2010 Jul;23(3):241-4.

Mrowicka M, Garncarek P, Miller E, Kedziora J, Smigielski J, Malinowska K, Mrowicki J. Effect of melatonin on activity of superoxide dismutase (CuZn-SOD) in erythrocytes of patients during short- and long-term hypokinesis. Wiad Lek. 2010;63(1):3-9.

Ochoa JJ, Díaz-Castro J, Kajarabille N, García C, Guisado IM, De Teresa C, Guisado R. Melatonin supplementation ameliorates oxidative stress and inflammatory signaling induced by strenuous exercise in adult human males.  J Pineal Res. 2011 Nov;51(4):373-80. doi: 10.1111/j.1600-079X.2011.00899.x. Epub 2011 May 26.





04/07/2012

Leucina e dislipidemias


Um estudo recente, realizado no início de 2012, demonstrou mais um benefício da suplementação de leucina (um aminoácido de cadeia ramificada, ou simplesmente um componente dos BCAAs). Embora o trabalho tenha sido realizado em ratos, trouxe um achado interessante como auxílio na conduta no tratamento de dislipidemias.

Os ratos tiveram dislipidemia induzida por dexametasona (5mg.Kg.dia-2) e foram divididos nos grupos dexametasona, controle (sem nenhuma intervenção), dexametasona e treino de força, dexametasona e leucina, dexametasona com treino de força e leucina. A suplementação de leucina era de 0,135 g.kg.dia-2. O treino consistia em três séries de agachamento com dois dias de intervalo entre as sessões.
Interessante que tanto a leucina quanto o treino de força sozinhos não influenciaram de forma positiva o VLDL (colesterol) e os triglicerídeos. Porém, quando combinados, a amostra apresentou redução significativa nos dois marcadores. Houve aumentos no HDL (colesterol “bom”) nos grupos de treino de força e treino de força combinado com a suplementação de leucina. Essa informação nos mostra a importância da atividade física nas alterações benéficas do chamado “colesterol bom”.

De qualquer modo, além dos benefícios estéticos, a suplementação de leucina, quando combinada com atividade física, pode se tornar uma aliada no tratamento de dislipidemias.

Bons Treinos!

Referência:

Nicastro H, da Luz CR, Chaves DF, das Neves W, Valente KS, Lancha AH Jr. Leucine supplementation combined with resistance exercise improves the plasma lipid profile of dexamethasone-treated rats.  Lipids Health Dis. 2012 Jan 11;11:7.

25/06/2012

Barrinha de Proteína

Barras de Proteína CarbRite - 22 gramas de proteína  e 22 gramas de carboidrato (zero açúcar).


26/10/2011

Whey promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja


Um recente estudo, do Journal of Nutrition publicado em Fevereiro, demonstrou que o consumo de Proteína do soro do leite (Whey protein) promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja. O grupo que consumiu whey protein (em torno de 56 gr/dia) apresentou maior diminuição na gordura corporal e da circunferência abdominal.
Os autores justificam essa diferença pelo fato do whey diminuir a secreção de grelina, um hormônio ligado ao apetite; maior liberação de hormônios da tireóide, comum em dietas com maior concentração de proteína em relação a carboidratos; além da maior concentração de leucina na proteína do soro do leite, responsável por aumentos na síntese protéica, manutenção da massa magra e, consequentemente, do metabolismo.
Eu sempre afirmei que o whey protein não é uma simples proteína. Desde quando comecei a pesquisar sobre ela, digo que ainda muitos outros benefícios correlacionados a sua ingestão vão ser demonstrados. Tanto que, há anos, é o suplemento “básico” para quem deseja tanto aumentar massa muscular como perder gordura. O interessante também são os efeitos que se tem pesquisado de um aminoácido específico, a Leucina. Na prática, tanto em clientes da loja, quanto em alunos particulares, temos obtido resultados muito interessantes na perda de gordura e no ganho de massa muscular. Clientes e alunos com objetivo de emagrecer apresentam um bom aumento de massa magra simultaneamente (algo que não é tão simples assim). Claro que não se pode deixar de lado a dieta e a dedicação ao treinamento.

Bons Treinos!

David J. Baer, Kim S. Stote, David R. Paul, G. Keith Harris, William V. Rumpler, and Beverly A. ClevidenceWhey Protein but Not Soy Protein Supplementation Alters Body Weight and Composition in Free-Living Overweight and Obese AdultsJ. Nutr. 141: 1489–1494, 2011

23/09/2011

Gaspari MyoFusion

Blend de Proteínas da Gaspari Nutrition, com proteínas de absorção rápida (whey), intermediária (albumina) e lenta (caseína). Ideal para recuperação musculação e ser usada tanto pós-treino como em outros momentos do dia, afim de manter um suprimento constante de proteínas ao organismo.



17/08/2011

Entendendo os pré-treinos - Parte 03 - O Efeito volumizador



O Glicerol é um dos principais componentes dos pré-treinos responsável pela “volumização” muscular. É uma substância altamente hidrofílica, que leva mais água para os vasos sanguíneos e músculos, amplificando o “pump” e melhorando o transporte de nutrientes. O glicerol consegue entrar na célula muscular e atrair água, facilitando o transporte de aminoácidos para dentro da célula e síntese protéica. Então, para praticantes de musculação, o glicerol é benéfico pelas seguintes razões:

Reposição dos estoques de glicogênio

Com a ingestão concomitante de carboidratos, os níveis séricos de açúcar no sangue são suprimidos em 50% sem alterações nos níveis de insulina, ou seja, se retém mais glicogênio muscular, aumentando a captação de glicose e diminuindo a possibilidade de estocá-la sob forma de gordura.

No estudo clássico de Todd e Allen (1958), realizado em ratos, tanto o glicogênio muscular quanto o hepático aumentou na amostra suplementada com glicina. Além da maior velocidade com que os estoques foram repostos após o exercício. No estudo de Varnier e colaboradores (1995), a suplementação de glicina + glutamina + alanina contribuiu para aumentos significativos na concentração de glicogênio muscular em humanos.


Isso se deve, ao estímulo da glicina na atividade da enzima glicogênio sintetase (que atua na reposição do glicogênio) (Hernández e colaboradores, 2008) e na supressão na atividade de uma outra enzima, a glicogênio fosforilase (que atua na depleção do glicogênio) (Wright e colaboradores, 2005).

Aumenta a absorção de creatina, já que a captação de creatina é mediada também pela glicose e pela insulina, a glicina também contribui para isso.

Melhora atividade do Sistema Nervoso Central. A glicina inibe neurotransmissores que causam hiperatividade e ansiedade, sendo um bom suplemento pós-treino para quem treina de noite e dorme logo depois.

Referências:

Hernández F, Gómez-Ramos A, Goñi-Oliver P, Avila J, Villanueva N. Role of polyglycine repeats in the regulation of glycogen synthase kinase activity. Protein Pept Lett. 2008;15(6):586-9.

W. R. Todd and Marilouise Allen. Synthesis of Tissue Glycogen in Rats Prefed Diets With Added Glycine. American Journal of Physiology, 194:(2) 338-340. 1958.

Varnier M, Leese GP, Thompson J, Rennie MJ. Stimulatory effect of glutamine on glycogen accumulation in human skeletal muscle. Am J Physiol. 1995 Aug;269(2 Pt 1):E309-15.

Wright SW, Rath VL, Genereux PE, Hageman DL, Levy CB, McClure LD, McCoid SC, McPherson RK, Schelhorn TM, Wilder DE, Zavadoski WJ, Gibbs EM, Treadway JL. 5-Chloroindoloyl glycine amide inhibitors of glycogen phosphorylase: synthesis, in vitro, in vivo, and X-ray crystallographic characterization. Bioorg Med Chem Lett. 2005 Jan 17;15(2):459-65.

06/04/2011

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15/12/2010

Pré-treino NO-xplode - BSN



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10/12/2010

Saiba mais sobre WHEY PROTEIN...

A proteína do soro do leite, popularmente conhecida como whey protein, é extraída a partir do processo de fabricação do queijo. Seu alto valor nutricional é devido a vários fatores, dentre eles ao alto teor de cálcio, peptídeos bioativos do soro, grande quantidade de leucina (um aminoácido extremamente anabólico), glutamina, entre outros. Devido a isso, diversos estudos têm focado na sua aplicabilidade no esporte, por seus efeitos sobre a síntese protéica muscular esquelética, redução da gordura corporal, modulação da adiposidade, melhora do desempenho físico, do sistema imunológico e, através de seus compostos bioativos, outros benefícios para a saúde humana.

Existem diversos tipos de whey protein, de acordo com seu processo de filtragem:


- Whey Protein Concentrado: para preparos de shakes com alta concentração de Whey Protein e baixa quantidade de carboidratos e gordura (ou seja, ainda contém a lactose e a gordura do leite, mesmo que em baixas concentrações). Recomenda-se para qualquer hora do dia.


- Whey Protein Isolado: O tipo de Whey Protein mais concentrado e de maior valor biológico. Geralmente são isentos de gordura, carboidratos e lactose. Poucos minutos após seu uso, seus aminoácidos já estão disponíveis na corrente sanguínea, por isso é recomendado especialmente para logo após acordar e depois de malhar ou praticar exercícios intensos.

Whey Hidrolisado: a proteína passou por um processo de "quebra", disponibilizando uma proteína já digerida (aminoácidos livres), acelerando a velocidade de absorção. O whey isolado 100% hidrolisado é livre de lactose e gordura e possui cerca de 99% de proteína não desnaturada.


- Whey Time-Release: Whey especial, composto de grandes peptídeos para uma liberação mais prolongada, evitando assim o catabolismo (quebra dos músculos). Ideal para antes de dormir.

CONCLUSÃO

As proteínas solúveis do soro do leite apresentam um excelente perfil de aminoácidos, caracterizando-as como proteínas de alto valor biológico. Possuem peptídeos bioativos do soro, que conferem a essas proteínas diferentes propriedades funcionais. Os aminoácidos essenciais, com destaque para os de cadeia ramificada, favorecem o anabolismo, assim como a redução do catabolismo protéico, favorecendo o ganho de força muscular e reduzindo a perda de massa muscular durante a perda de peso. O alto teor de cálcio favorece a redução da gordura corporal, por mecanismo associado ao hormônio 1,25 (OH)2D. Melhoram, também, o desempenho muscular, por elevarem as concentrações de glutationa, diminuindo, assim, a ação dos agentes oxidantes nos músculos esqueléticos. Exercem papel importante na saúde humana, como, por exemplo, no controle da pressão sanguínea e como agente redutor do risco cardíaco. Além disso, as proteínas do soro têm sido muito utilizadas pela indústria de alimentos, em diferentes áreas. Novos estudos in vivo e epidemiológicos são necessários para avaliar a real eficácia de seus componentes. O enriquecimento de alimentos com as proteínas do soro, como bebidas, por exemplo, facilitaria seu consumo e o estudo em grandes grupos populacionais.


Referência Bibliográfica:

Fabiano Kenji HaraguchiI; Wilson César de Abreu; Heberth de Paula. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. Rev. Nutr. vol.19 no.4 Campinas July/Aug. 2006