Mostrando postagens com marcador leite. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leite. Mostrar todas as postagens

26/10/2011

Whey promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja


Um recente estudo, do Journal of Nutrition publicado em Fevereiro, demonstrou que o consumo de Proteína do soro do leite (Whey protein) promove maior perda de gordura quando comparada à proteína de soja. O grupo que consumiu whey protein (em torno de 56 gr/dia) apresentou maior diminuição na gordura corporal e da circunferência abdominal.
Os autores justificam essa diferença pelo fato do whey diminuir a secreção de grelina, um hormônio ligado ao apetite; maior liberação de hormônios da tireóide, comum em dietas com maior concentração de proteína em relação a carboidratos; além da maior concentração de leucina na proteína do soro do leite, responsável por aumentos na síntese protéica, manutenção da massa magra e, consequentemente, do metabolismo.
Eu sempre afirmei que o whey protein não é uma simples proteína. Desde quando comecei a pesquisar sobre ela, digo que ainda muitos outros benefícios correlacionados a sua ingestão vão ser demonstrados. Tanto que, há anos, é o suplemento “básico” para quem deseja tanto aumentar massa muscular como perder gordura. O interessante também são os efeitos que se tem pesquisado de um aminoácido específico, a Leucina. Na prática, tanto em clientes da loja, quanto em alunos particulares, temos obtido resultados muito interessantes na perda de gordura e no ganho de massa muscular. Clientes e alunos com objetivo de emagrecer apresentam um bom aumento de massa magra simultaneamente (algo que não é tão simples assim). Claro que não se pode deixar de lado a dieta e a dedicação ao treinamento.

Bons Treinos!

David J. Baer, Kim S. Stote, David R. Paul, G. Keith Harris, William V. Rumpler, and Beverly A. ClevidenceWhey Protein but Not Soy Protein Supplementation Alters Body Weight and Composition in Free-Living Overweight and Obese AdultsJ. Nutr. 141: 1489–1494, 2011

06/12/2010

Cafeína e desempenho físico

Num recente estudo, avaliando o pico de torque na extensão e na flexão de joelhos, Astorino e colaboradores (2010) demonstraram que a suplementação com cafeína melhora o desempenho físico, tornando os treinos mais intensos. Porém, as doses devem ser em torno de 5 mg por quilo do peso corporal. Ou seja, uma pessoa de 80 quilos, deveria consumir 400 mg de cafeína.


Astorino, Todd; Terzi, Michael N.; Roberson, Daniel W.; Burnett, Timothy R. Effect of Two Doses of Caffeine on Muscular Function during Isokinetic Exercise. Medicine & Science in Sports & Exercise. December 2010 - Volume 42 - Issue 12 - pp 2205-2210

Onde encontrar?
Diversos termogênicos, como Lipo 6, Lipo 6Black, Redline, Meltdown, Mitotropin. E em vários pré-treinos, como NO Shotgun, Jack 3d, Nano Vapor, Superpump, Supercharge.

29/11/2010

Dietas Hiperprotéicas e emagrecimento

Nesse mês, no New England Journal of Medicine, um jornal científico de impacto internacional, foi publicado um artigo interessante que corrobora com alguns pontos de vista que eu e alguns profissionais que admiro sempre utilizamos como conduta em dietas de emagrecimento. Ou seja, dietas hiperprotéicas são eficientes para perda de gordura e não necessariamente representam grandes chances de ganho de peso pós-dieta de restrição (Larsen e colaboradores, 2010).

Para esse estudo, foram selecionados pacientes em oito países europeus num total de 773, porém 548 terminaram o estudo. Em 26 semanas com uma dieta de 800 Kcal, foram divididos os seguintes grupos: baixa proteína e carboidratos de baixo índice glicêmico, baixa proteína e alto índice glicêmico, alta proteína e baixo índice glicêmico, alta proteína e alto índice glicêmico e uma dieta tradicional como grupo controle.

Nota interessante de frisar é que o grupo que teve menos desistências foi o de alta proteína e baixo índice glicêmico.

A média de perda de peso foi de 11 Kg nos grupos e apenas o grupo de baixa proteína e carboidratos de alto índice glicêmico apresentou ganho de peso após a intervenção. Nesse sentido, as dietas hiperprotéicas e com carboidratos de baixo índice glicêmico se mostraram mais eficiente na aderência ao tratamento e com menores chances de ganho de peso pós-intervenção.

Esses resultados trazem à tona conclusões interessantes de um estudo mais antigo (Shai e colaboradores, 2008), onde os autores se basearam na dieta do mediterrâneo, com muitas fibras e rica em gorduras monosaturadas. Os grupos foram divididos em: baixa gordura com restrição de calorias; dieta do mediterrâneo com restrição de calorias e dieta de baixo carboidrato sem restrição de calorias.

A perda de peso foi de 2,9 Kg para o grupo de baixo carbo; 4,4 Kg para o grupo da dieta do mediterrâneo e 4,7 para o grupo de baixo carboidrato. A taxa colesterol total/HDL diminuiu 20% no grupo de baixo carboidrato e 12% no grupo de baixa gordura, o que representa também ganho em saúde para o grupo que baixou mais os carboidratos na dieta. Esses benefícios se repetiram nos pacientes diabéticos, que estabilizaram taxas de glicose e insulina de maneira superior nas dietas de baixo carboidrato e do mediterrâneo.

Ambos os estudos nos mostram o contrário do que muitos profissionais ainda relutam em adotar como conduta em dietas de emagrecimento. Aliada a exercícios físicos, a dieta hiperprotéica proporciona resultados muito interessantes na perda de massa magra. Como já escutei de alguns autores, nunca se propagou um terrorismo à gordura tão forte como hoje, porém a população nunca esteve tão obesa. É claro que aqui não estamos falando de frituras, gorduras saturadas e hidrogenadas, mas as chamadas gorduras “boas”, como as monoinsaturadas e poliinsaturadas. E também não estamos colocando toda a culpa nos carboidratos, mas sim naqueles consumidos por grande parte da população: açúcares e farináceos refinados, doces... Quando se fala em dietas de baixo índice glicêmico, por exemplo, fala-se de vegetais fibrosos, arroz integral, aveia.

Como visto, outro fator importante, além do emagrecimento por si, é a aderência ao tratamento e ao menor risco de ganho de peso. As proteínas, além de exigirem do organismo uma maior quantidade de energia para ser digerida, também provocam uma maior sensação de saciedade e diminuem aquela sensação de “passar fome” nas dietas tradicionais de restrição calórica.

Referências:

Larsen TM, Dalskov SM, van Baak M, Jebb SA, Papadaki A, Pfeiffer AF, Martinez JA, Handjieva-Darlenska T, Kunešová M, Pihlsgård M, Stender S, Holst C, Saris WH, Astrup A; Diets with high or low protein content and glycemic index for weight-loss maintenance. Diet, Obesity, and Genes (Diogenes) Project. N Engl J Med. 2010 Nov 25;363(22):2102-13.

Shai I, Schwarzfuchs D, Henkin Y, Shahar DR, Witkow S, Greenberg I, Golan R, Fraser D, Bolotin A, Vardi H, Tangi-Rozental O, Zuk-Ramot R, Sarusi B, Brickner D, Schwartz Z, Sheiner E, Marko R, Katorza E, Thiery J, Fiedler GM, Blüher M, Stumvoll M, Stampfer MJ; Dietary Intervention Randomized Controlled Trial (DIRECT) Group. Weight loss with a low-carbohydrate, Mediterranean, or low-fat diet. N Engl J Med. 2008 Jul 17;359(3):229-41.

24/11/2010

Novidades na maxximum suplementos alimentares

.













Whey Oh Yeah!

A mistura ótima para seu pós-treino, porque contém whey e caseína. O whey vai lhe proporcionar aminoácidos de maneira rápida após o treino e a caseína, por sua vez, abastecerá seu corpo de aminoácidos por um período maior. Ou seja, você irá assegurar uma boa nutrição para seu músculo, além de experimentar um produto com sabor INIGUALÁVEL!















Pronto para beber!
Composto protéico Oh Yeah!
32 gramas de proteína















Complexo Vitamínico















Mais sorvetes de proteína para seu verão ficar e continuar Light.















Substitutos de refeição protéico (45 gramas por dose).















Mais sabores diferentes do Whey Nectar 100% isolado.